Crítica | Riverdale – 1×12 – Anatomy of a Murder

Compartilhe:Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Email this to someone
Imagem: Imdb

Estou há alguns minutos pensando no que escrever depois de assistir ao penúltimo episódio da primeira temporada de Riverdale e não sei nem por onde começar, mas o que eu sei é que a série tem uma qualidade absurda quando não foge do seu plot central e fica enrolando com tramas que não saem do lugar e dramas bobos.

Anatomy of a Murder serviu para responder várias perguntas e fechar algumas pontas em um episódio digno de season finale. Começamos exatamente no mesmo momento em que o episódio anterior terminou, e a partir disso se piscássemos o olho perderíamos algum detalhe importante, como, por exemplo, o fato de os Blossom e os Cooper serem do mesmo sangue.

Desde o episódio anterior eu estava com dó de Jug (Cole Sprouse), mas em Anatomy of a Murder vimos o quanto o personagem tem uma vida conturbada. Quando pensou que estava tudo entrando nos trilhos, seu pai é preso, sua mãe prefere que ele mantenha distância e tem que ouvir as babaquices que Fred (Luke Perry) falou enquanto conversava com Archie (K.J. Apa). Juro que entendo a preocupação do homem com o filho, mas tudo o que ele falou foi completamente o inverso do que o personagem mostrou até aqui.

No fim eu estava certo, pelo menos em parte, já que não foi a família Blossom responsável pela morte de Jason (Trevor Stines), mas sim, o chefe da família, Clifford Blossom (Barclay Hope). Toda a sequência que revelou o grande segredo da temporada foi mais que satisfatória. Qual o futuro de Cheryl depois dessa descoberta? A cena em que Betty (Lili Reinhart) liga para a garota e ela chora em seu quarto foi ótima e Madelaine Petsch passou toda a dor da personagem, comovendo quem estava assistindo.

Mas, qual o motivo de Clifford ter matado o próprio filho e como vamos descobrir já que o mesmo se enforcou? Aliás, o que faz a família Blossom ter tanto poder não é o tal xarope, já que na cena em que a polícia encontra Clifford morto, podemos ver que o que tem dentro daqueles barris são drogas.

No fim, Jones (Skeet Ulrich) não era responsável pelo assassinato, mas fomos pegos de surpresa quando ele revelou ter sequestrado o garoto para pedir dinheiro em troca, por tanto, Clifford chegou no local e tirou a vida do garoto antes que ele pudesse fazer alguma coisa. Mesmo não tendo o matado , ele escondeu o corpo, jogou no rio, escondeu informações da polícia, o que acaba tornando-o cúmplice – em parte. Não acho que o personagem deva apodrecer na cadeia, mas quero sim que ele responda pelos crimes que cometeu e seja solto.

Assim, com Anatomy of a Murder, muitas perguntas foram respondidas e muitas novas surgiram.

Avaliação

(Obra-prima)

Compartilhe:Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Email this to someone
, , , , , , , ,

Comentários

Futuro pedagogo e jornalista. Apaixonado desde sempre por televisão, música e cinema. Criador do blog ‘Jurandir Dalcin Comenta’ que completa cinco anos neste ano.

Você Também Pode Curtir