Reprodução/GoldenStar
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A Netflix anunciou ontem (06) que vai produzir mais uma série brasileira, Coisa Mais Linda. A história será ambientada no Rio de Janeiro no final da década de 1950 e início de 1960, mostrando o surgimento e a revolução cultural da Bossa Nova na Cidade Maravilhosa.

“Além de ser ambientada em uma época vibrante na cultura brasileira, a série conta uma história mais ampla sobre a autodescoberta, a busca dos sonhos e a emancipação das mulheres, temas incrivelmente relevantes para o nosso público tanto no Brasil quanto no mundo.” – diz Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix.

O início das gravações de Coisa Mais Linda está previsto para o começo de 2018.

“Coisa Mais Linda acompanha Maria Luiza, uma mulher conservadora e obediente que sempre dependeu de seu pai, Ademar, e de seu marido, Pedro. Quando Pedro desaparece, Maria Luiza precisa viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro, onde o marido tinha planejado abrir um elegante restaurante. Contrariando o seu bom senso  – e para o sofrimento de seu rígido pai –, Maria Luiza decide ficar no Rio e dedicar-se a transformar a propriedade de Pedro em uma casa noturna de Bossa Nova. É essa decisão que marca o despertar de uma apaixonada transformação em Maria Luiza, uma mudança influenciada por novas amigas liberais e feministas, bem como uma nova chance de amar.” – diz a descrição oficial.

Coisa Mais Linda é criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni, e escrita por Pati Corso e Leo Moreira. A produção se junta a 3%O Mecanismo (série de José Padilha em parceria com Elena Soarez, estrelada por Selton Melo), a comédia Samantha! (estrelada por Emanuelle Araújo e Douglas Silva), o filme O Matador (que estreia ainda este ano), além de documentários e especais de comédia.

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Criador da Matinê, está no 4º semestre do curso de jornalismo no Centro Universitário Ritter dos Reis - UniRitter. Aqui escrevo sobre filmes e séries a partir da minha perspectiva de mundo, sem medo de mostrar a todos o meu entendimento pessoal daquilo que assisto. O debate de pontos de vistas diferentes é livre, e sempre bem-vindo.