Crítica | Supergirl – 2° temporada

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Imagem: IMDb / Crédito: © 2017 The CW Network

Depois de uma primeira temporada monótona e decepcionante, a grande e poderosa Supergirl finalmente teve uma volta por cima e nos entregou um segundo ano competente e eletrizante. A grande melhora veio graças à mudança de emissora, da CBS para The CW. Isso possibilitou a aproximação do universo da super heroína com Arrow e Flash, foram dois crossovers só nesta temporada, um deles envolvendo todo Arrowverse.

Uma das grandes mudanças foi o Superman ter se tornado personagem regular na série e sendo interpretado por Tyler Hoechlin. A princípio a escalação causou muita desconfiança nos fãs, mas no final fomos todos surpreendidos pela bela vida dada a Clark Kent por Tyler. A química demonstrada em cena com ele e Melissa Bernoist só deram mais certeza ao acerto.

A inclusão de uma linha tênue a seguir foi ótima, pois fez com que a produção se mantivesse firme e segura. Essa linha é a Cadmus, Presidida por Lilian Luthor (Brenda Strong), a organização secreta e clandestina obstinada a acabar com todos os alienígenas que vivem em National City, inclusive Kara e seus amigos – com a trama durando até o fim da temporada.

Indubitavelmente um dos maiores acertos da temporada foi o par romântico de KaraMon-El (Chris Wood). O romance, que no inicio dava sinais de “forçação de barra”, se mostrou muito autêntico e carismático ao longo dos episódios. O relacionamento serviu, também, como base para o grandioso confronto do final da temporada com Rhea (Tari Hatcher).

É claro que uma série com protagonistas femininas não poderia focar, principalmente, em outras coisas. Praticamente todos os arcos envolvem dramas femininos. Mulheres fortes e poderosas são a maior parte do cast de personagens, entre eles: a própria Kara Danvers (Melissa Bernoist), Lena Luthor (Katie McGrath), Lynda Carter dando vida a presidente dos Estados Unidos e a ótima Cat Grant brilhantemente interpretada por Calista Flockhart. Porém, entre os arcos femininos o maior destaque fica no relacionamento de Alex Danvers (Chyler Leigh) e Maggie Swyer (Floriana Lima). A produção tratou do tema sem medo e com clareza, mostrando desde a descoberta da sexualidade de Alex, até o pedido apaixonado de casamento. Tal arco rendeu a série muitos elogios e novos fãs maravilhados com a história.

Imagem: IMDb / Crédito: © 2017 The CW Network

Supergirl teve uma temporada anos luz melhor que a primeira, e finalmente teve a chance de mostrar seu potencial. Histórias e vilões para National City não faltarão para a próxima temporada, inclusive um gancho já foi deixado nos últimos minutos dessa seasson. Vai ser interessante ver, também, o andamento do romance de Kara e Mon-El depois do final do ano dois.

Enfim, não esperamos por ver e que torçamos para que Supergirl não caia na maldição da terceira temporada (o que acho difícil já que a primeira foi péssima).

Avaliação:

(Ótimo)

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Comentários

Leonardo Santos - 22 anos - Fixado em HQ's, séries e filmes baseadas em quadrinhos como Demolidor, Flash, Agents of Shield e Potterhead desde a infância. Apaixonado pelo jornalismo, viu a oportunidade de juntar as coisas que mais ama, se tornando um dos editores do Matinê Cine&TV.

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