Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×19 – All the Madame’s Men

Compartilhe:Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Email this to someone
Imagem: IMDb

Com All the Madame’s Men, Agents of S.H.I.E.L.D entrega novamente um episódio de boa qualidade, com um ritmo constante, bom desenvolvimento da trama e dos personagens. Não há do que reclamar, só podemos ressaltar o que foi bom.

Essa temporada está dando uma aula de como desenvolver personagem e já estou cansado de falar isso nas críticas dos episódios. Desta vez vimos Alistair Fitz (David O’Hara) demonstrando toda a crueldade de seu personagem e a importância dele na trama, já que revelou saber mais do que aparenta, também demonstrando o controle que tem sobre Fitz (Iain De Caestecker).

Revezando entre takes no mundo real e no mundo criado pelo Framework, vimos as ações maléficas de AIDA (Mallory Jansen) dos dois lados, ressaltando o poder que a personagem possui no momento. Ponto positivo pelo fato dos roteiristas terem se lembrado de Ivanov (Zach McGowan), não o esquecendo como fizeram com alguns personagens no arco do Motorista Fantasma. Em comparação, os dois arcos nem se comparam, mesmo o do Motorista Fantasma sendo bom, ele demorou a engrenar e este arco do Framework está impecável em todos os aspectos.

A trama fluiu muito bem, mantendo um ritmo constante e demonstrando a qualidade técnica que esta temporada está demonstrando. Desde o arco do Motorista Fantasma que podemos perceber como a serie ficou mais ousada, já que começou a ser transmitida mais tarde na TV e por isso ganhou mais liberdade. Vimos ótimas cenas de ação, com uma coreografia muito boa e sincronizada. Ponto para a dinâmica entre Daisy (Chloe Bennet) e May (Ming-Na Wen), revelando que a equipe está mais unida do que nunca. Daisy mais poderosa e as cenas de ação são as melhores que a série já teve.

Um sinal de que as coisas estão bem é quando todos os personagens estão conseguindo trabalhar juntos. Neste episódio a dinâmica entre Trip (J. Britt) e Jemma (Elizabeth Henstridge) foi ótima, transparecendo naturalidade, como se o Trip nunca tivesse morrido e esta seria só mais uma missão de reconhecimento com Simmons.  Alias, ela está sendo um ponto chave neste arco, demonstrando ser o cérebro do lado da S.H.I.E.L.D contra AIDA.

A relação entre Daisy e Ward (Brett Dalton) foi muito constrangedora e tocante. É inacreditável o carisma de Brett Dalton e como ele nos fazer amar o Ward deste mundo, mesmo nós, telespectadores, tendo memórias horríveis do personagem do mundo real. O jargão “MORRA WARD, MORRA!”, agora virou “FICA WARD, FICA!“.

Os próximos episódios prometem muita ação, com a S.H.I.E.L.D batendo de frente contra a Hydra e tendo uma parcela da população ao seu lado. A ameaça de AIDA com o seu projeto de construir um corpo humano real para ela vai além do que aparenta ser, podendo ser visto como um desejo da personagem em se sentir real.

Avaliação

(Muito bom)

Compartilhe:Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on Google+Email this to someone

Comentários

Sou com certeza um viciado em séries. Gosto de todos os tipos. Minhas preferidas são Sense8, Séries da Marvel,Game of Thrones, Westworld e Outlander. Se tiver super-herói pode ter certeza que vou assistir.

Você também pode gostar