Crítica | Supergirl – 2×05 – Crossfire

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Imagem: Banco de Séries
Imagem: Banco de Séries

Mais uma vez o foco de Supergirl é a Cadmus, que parece ser a grande vilã dessa temporada. A história está cada vez mais surpreendente e várias relações foram desenvolvidas nesse episódio com uma nova adição ao time Supergirl a caminho.

Cadmus ataca novamente e se mostra mais uma vez como uma organização bem articulada, estando preparada para enfrentar a Supergirl (Melissa Benoist) a qualquer momento. Era perceptível que a heroína estava passando por problemas ao lidar com os inimigos e se não fosse por Lena Luthor (Katie McGrath) e Wynn (Jeremy Jordan) ela teria sido facilmente derrotada. A força da Cadmus em Crossfire serviu para mostrar que eles estão presentes por toda a cidade, mostrando inclusive a influente da organização entre os bandidos. Além disso, eles possuem um arsenal poderoso que pode aniquilar alienígenas e humanos. Kara vai precisar de mais reforço se quiser derrotar de uma vez por todas a organização.

James Olsen (Mehcad Brooks), estava bem apagado nos últimos episódios (o que não era nenhum problema), teve um tempo de tela maior e se mostrou interessado em entrar para o time de vigilantes da CW. O personagem bateu no peito dizendo que iria lutar para proteger a cidade. Resultado: correu atrás dos bandidos da Cadmus e quase acabou morrendo, prejudicando também outras pessoas. No episódio fica claro que ele irá colocar o plano para frente, inclusive, assumindo a identidade de “Guardião“.

A amizade entre Lena e Kara está crescendo e assim comprometendo cada vez mais o disfarce da Supergirl. Quando o equipamento que Lena está construído para identificar alienígenas começar a ser comercializado, Kara não será capaz de sabotá-lo. A revelação deve ser crucial para as duas, ainda mais se a irmã de Lex Luthor já estiver desconfiada de que Kara seja a Supergirl. Surpreendentemente, Lena, nas últimas cenas do episódio fez uma armadilha para capturar os bandidos da Cadmus, mostrando bastante inteligência e ousadia. Além disso fomos apresentados à sua mãe, que é a líder da organização clandestina – o que nem a própria filha deve saber.

Alex (Chyler Leigh) deu um passo muito importante neste episódio revelando sua sexualidade a partir da relação com a policial Maggie Sawye (Floriana Lima). Foi interessante ver a confusão na cabeça de Alex quando ela percebe que está atraída por Maggie e será um grande desafio lidar com esse sentimento. Com certeza será um plot bem bonito de assistir durante a temporada.. Além de que a relação das duas casa muito bem com a proposta da série em aprofundar “conflitos” pessoais de suas personagens.

A dinâmica entre Mon-El (Chris Wood) e Kara foi muito presente em Crossfire e serviu como um bom alívio cômico – aquele velho clichê da pessoa “deslocada” tentando se adequar ao novo ambiente. Mesmo com boas intenções, Kara viu que não devia tentar forçar ninguém a fazer aquilo que é desconhecido, principalmente em ter uma vida parecida com a dela.

A temporada de Supergirl é o grande acerto desta Fall-Season na CW, confirmando o quão benéfico foi para o programa a troca de emissora.

 Avaliação
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Comentários

21 anos, estudante de Química do Petróleo, viciado em séries. minhas preferidas são Fringe e Hannibal, mas sou fanático por séries baseadas em quadrinhos como The Flash, Arrow, Gotham, Supergirl, Agents Of Shield e Demolidor.

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